Análise: Marley & Eu
Não é de hoje que eu ouço falar deste livro, e bem. Mas nunca cheguei a lê-lo, não por desinteresse mas por falta de tempo mesmo. Lançado em 2005, Marley & Eu é uma narrativa em primeira pessoa sobre o labrador de John Grogan, colunista estadunidense. Diz como foram os 13 anos em que viveu com Marley, tido como “o pior cão do mundo”, devido à seu temperamento ativo e bagunceiro, mas sem maldade. Mostra vários momentos comuns à donos de cachorros e tal, e como um cão faz a diferença no dia-a-dia de uma pessoa ou família.
Quando soube que virou filme, fiquei louco pra ver. Ao contrário de muita gente, prefiro a versão cinematográfica de livros, por ter o mais relevante com alguns retoques que na maioria das vezes caem muito bem. Claro, há exceções.
Por mim, assistiria logo na estréia, dia de natal, mas ninguém tava afim e ir ao cinema sozinho logo no natal é suicídio psicológico. Domingo passado eu taquei pro foda-se e fui com o Peths pra assistir e o mínimo que posso dizer, é que recomendo plenamente, em qualquer situação, com qualquer pessoa.
Classificado como comédia, o filme tem momentos dramáticos fortes. Enquanto a primeira foi trabalhada de forma inusitada, sutil e natural, os momentos tristes foram brilhantemente trabalhados para proporcionar à quem não tem um cão a emoção mais forte, mais real possível, e no ponto exato, sem forçar. A fotografia, a trilha sonora, tudo muito bem trabalhado.
Quem tem um cão, se identifica com boa parte do filme, e vou logo avisando: Se prepare para assistir, pois se quem nunca teve um cão se emociona, imagine quem têm, como fica nisso. E eles não perdoam, Impossível se conter. Ainda mais no meu caso, em que a Natasha tá lá pros seus 12 anos e sei que muita coisa ali ainda acontecerá comigo.
Um filme que não trata de cães que falam, ou com superpoderes que salvam a humanidade. O filme fala de um cão, como qualquer outro. Um filme honesto, que mostra exatamente como um cão participa na vida de uma pessoa, seja nos momentos bons ou ruins.
Recomendo.
Fotos Marley & Me – The Movie Jornal Zero Hora



Também recomendo. Sinceramente, o filme foi muito mais do que eu esperava! Foi o primeiro filme a me fazer ficar com um nó na garganta, tentando disfarçar ao máximo algumas lágrimas que insistiam em sair. Você não percebeu, Rafael, mas é verdade, hehehe…
Nenhum filme que eu tenha visto nos últimos tempos (no cinema)conseguiu criar tamanha comoção.
Ótima análise! Um abração
adoro filmes de emoção, mas geralmente nao choro mais do que algumas lagrimas, em Marley e Eu desabei a chorar como nunca tinha acontecido, o filme é lindo e como mencionado, é dificil, como criador de cachorros, não se identificar.
nossa eu amei o filme chorei muito a istoria e bem legal amei e tenho 3 caouzinho
mais nem quero imaginar daqui a muito tempo amo tamto eles tchau pessoal vlws
ops:historia hehehehehe
ola o marley vai mexer para sempre com a vida deles!
Não sou um cara muito emotivo, li o livro e axei bem emocionante,e engraçado ria muito imaginando a cara de Marley para quem gosta de cachorro e muito bom,mas chega a ser triste o final :’( ainda ñ assisti ao filme mas espero logo assistir.
caraca to no começo do livro e nossa realmete uma otima leitura!
me emociono a cada pagina, ja ri e chorei… e cada vez me envolvo mais